Cinema + Game

Textim do blog de games da Wired sobre os intermináveis trechos de vídeo não-interativo do recém-lançado e hiper-hypado Metal Gear Solid 4. Para minha surpresa — e de todos, inclusive de Kohler, o autor do texto/post — os tais trechos ‘cinemáticos’ não transformam o jogo num pé-no-saco, porque são muito bem feitos. O texto/post também aponta para uma crítica sobre o GTA IV na seção de crítica de cinema Rolling Stone americana, referindo-se ao game como “o melhor filme do verão americano” (!!!) versus, por exemplo, The Happening e O Incrível Hulk.

Esta pobre (em todos os sentidos) blogueira-doutoranda se ressente de não ter os quase 3 mil dinheiros necessários para comprar um Playstation 3 em terras tupiniquins e, portanto, ainda não poder comprovar na prática — literalmente — o que esses dois moços escrevem. Ah, como é triste a vida de um pesquisador brasileiro…

Mas, enfim, pobreza à parte, questões surgem a toda velocidade. A primeira é: jura? A coisa que a grande maioria dos jogadores mais abominam com todas as suas forças — mesmo aqueles que, como eu, defendem a narrativa no game — são seqüências não-jogáveis no meio de um game. E eu, particularmente, mesmo defendendo a narrativa for a living, já falei que não acho que o caminho da narrativa seja por aí. Alás, acabei de dar um curso sobre o assunto na UFC onde reafirmei esse ponto. Daí que fiquei encafifada: o cara tá falando sério ou está dourando a pílula? Só vendo/jogando pra descobrir…

In the meantime, vou tentar produzir um textinho sobre o tema…

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