Anticristo, o jogo

Ainda não vi o filme (de hoje não passa!), mas já estou muito curiosa com a notícia de que o próprio Von Trier quer que vire um game. Anseio pelo momento em que possamos jogar games com algum conteúdo crítico, pelamordedeus! Chato (para mim, pelo menos) é que a maioria dos games interessantes são tecnicamente pobrinhos. A maioria nem 3D é e isso para mim é importante, pois está intimamente conectado à possibilidade de imersão. Terror e fobia tem que ser 3D ou não é a mesma coisa… Outra parte ruim é só sair pra Xbox… Gente, eu PRE-CI-SO achar uma instituição decente para trabalhar…

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One thought on “Anticristo, o jogo

  1. Olá Renata! Me chamo Felipe Guerra e estou fazendo minha pós-graduação na Anhembi-Morumbi. Estive no Simpósio hoje que teve sua participação, gostei muito da sua explanação e fiquei muito curioso sobre um aspecto da relação cinema/games, só que infelizmente não consegui me manifestar porque o debate se estendeu demais. Então vou buscar sua opinião por aqui mesmo:

    Basicamente, queria saber porque você acha que as adaptações de games para o cinema são tão falhas. Não sei se você lembra, mas no fim dos anos 70/começo dos 80 acontecia o caminho inverso: filmes viravam games, mesmo que bem simplórios para aqueles tempos de Atari e dos primeiros computadores. Indiana Jones antes foi filme, depois game; hoje, Lara Croft foi antes game, depois filme.

    Bem, você sabe que atualmente, com processadores e aparelhos mais poderosos, muitos games já são verdadeiros filmes, com enredos envolventes, tramas bem desenvolvidas, personagens interessantes, cenários, etc. Logo, pelo menos teoricamente, ficou mais fácil adaptá-los para o cinema (alguns games já tem até vídeos com elaborados movimentos de câmera e cenas cinematográficas entre as fases, ou no começo e no final da aventura).

    Então, como é que estúdios ainda realizam bombas como Resident Evil, Tomb Raider, Doom, Max Payne, House of the Dead, Alone in the Dark, Hitman, entre outros, que às vezes não tem relação alguma com o game, quando seria um processo de transposição até bem simples entre os dois universos (dado o aspecto “cinematográfico” dos jogos recentes?).

    Ironicamente, se você for analisar, até a nova aventura cinematográfica do Indiana Jones (O Reino da Caveira de Cristal, do ano passado) é bem mais fraquinha do que, por exemplo, o velho game de PC com o personages, Indiana Jones and the Fate of Atlantis, que poderia ter sido um filme bem mais interessante que esse último feito pelo Spielberg…

    Mas enfim, essa é uma dúvida que tenho e ficaria feliz de ouvir o posicionamento de uma expert sobre estas adaptações falhas em todos os aspectos de games para o cinema.

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