Exercício para postar no blog

Como explicado em sala de aula, para a semana que vem, peço que exemplifiquem os conceitos de affordance e Umwelt através de vídeos de games, explicando os conceitos a partir dos exemplos escolhidos (ou seja, nada de apenas colocar o vídeo no blog, eu quero explicações de como e por quê aquele vídeo exemplifica os conceitos). Para isso, é preciso ler o texto, obviamente.

(Para quem se interessou pelo conceito de Umwelt e quiser ler um pouco mais, recomendo o texto de Thure von Uexküll, filho do autor do conceito, “A teoria do Umwelt de Jacob von Uexküll”. Esse é o que tem a descrição do “ciclo do carrapato” a que me referi hoje em sala de aula. Mas – DISCLAIMER – é um texto trabalhoso, tem que ser lido por quem tá interessado, com calma e tempo para os conceitos se sedimentarem.)

Para quem ficou curioso com os games que demonstrei em sala, alguns links: Braid, de Jonathan Blow, Passage, de Jason Roher, e Brain Damage, de Stephen Lavelle. Todos passíveis de serem analisados como exemplo dos conceitos expostos no texto.

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Exercício para postar no blog

Como explicado em sala de aula, para a semana que vem, peço que exemplifiquem os conceitos de affordance e Umwelt através de vídeos de games, explicando os conceitos a partir dos exemplos escolhidos (ou seja, nada de apenas colocar o vídeo no blog, eu quero explicações de como e por quê aquele vídeo exemplifica os conceitos). Para isso, é preciso ler o texto, obviamente.

(Para quem se interessou pelo conceito de Umwelt e quiser ler um pouco mais, recomendo o texto de Thure von Uexküll, filho do autor do conceito, “A teoria do Umwelt de Jacob von Uexküll”. Esse é o que tem a descrição do “ciclo do carrapato” a que me referi hoje em sala de aula. Mas – DISCLAIMER – é um texto trabalhoso, tem que ser lido por quem tá interessado, com calma e tempo para os conceitos se sedimentarem.)

Para quem ficou curioso com os games que demonstrei em sala, alguns links: Braid, de Jonathan Blow, Passage, de Jason Roher, e Brain Damage, de Stephen Lavelle. Todos passíveis de serem analisados como exemplo dos conceitos expostos no texto.

Resoluções de começo de ano

Nada como o marco simbólico chamado “começo do ano” para nos predispor à organização da rotina por vir… Este semestre, a professorinha aqui deve ministrar “apenas” três disciplinas, então, há grandes esperanças de que o tempo dê para alguma coisa além de preparar aula, dar aula, ir e voltar da aula (comer & dormir é para os fracos!).

Para isso, minha intuição diz que preciso me organizar melhor (mas sem cair na falácia da “eficiência”) e, daí, intuo que este blog deveria funcionar como causa e sintoma disso… Work-in-progress, ladies and gentleman (e não é sempre?)

Bom, mas para começar o ano de mansinho (ainda tecnicamente nas férias), um dia sem praia e começando com uma boa leitura: “A Sign is What?A DIALOGUE BETWEEN A SEMIOTISTAND A WOULD-BE REALIST”, um texto teórico em forma dramática, de John Deely (aqui tem a versão encenada dele). A súbita urgência de recapitulação de fundamentos semióticos surgiu de uma discussão na lista de discussões da Digra, que trouxe à tona a referida disciplina em suas cores mais desgastadas — e aí eu tive que intervir. (À guisa de organização: propor paper sobre games e semiótica a alguma alma vagando do falecido CS:Games.)

Um texto delicioso (conquanto complexo e, mesmoque Deely se esforce e a forma dramática ajude, ainda árido, pela natureza da matéria) e definitivo (er, dizer isso contraria o que o texto diz, mas, enfim…) sobre a natureza do signo. Mais ainda, um texto que me acalentou, ao sedimentar a semiótica como âncora epistemológia (e de mundividência, para usar os temos do Jorge Albuquerque), antes e muito além do que apenas como (irgh!) metodologia ou algo do gênero. Ou seja: a importância da semiótica não é categorizar as coisas como “símbolo”, “ícone”, “índice” ou quais outra das inúmeras categorizações (a que minha querida mestra Lucrécia Ferrara uma vez batizou de “incontinência taxonômica”, rs), mas sim de compreender a natureza necessariamente construída da nossa percepção, sem cair nem no subjetivismo, nem num realismo ingênuo.

Mais daqui a pouco, que a vida mundana me chama…